Ansiedade

Ansiedade


Ansiedade, preocupação e estresse fazem parte da vida da maioria das pessoas hoje. Mas simplesmente sentir ansiedade ou estresse por si só não significa que a pessoa precisa de ajuda profissional, ou tem um transtorno. Na verdade, a ansiedade é um sinal de aviso necessário de uma situação difícil ou perigosa. Sem ela, não é possível se prevenir para enfrentar as dificuldades que poderão vir pela frente e preparar-se para elas.

É interessante saber que a ansiedade só se torna uma doença quando os sintomas tornam-se crônicos e interferem em nossas vidas diárias e nossa capacidade de função.


É normal algumas pessoas sentirem-se ansiosas diante de uma situação, como uma entrevista de emprego, um exame difícil, ou um encontro às cegas. Mas, se as preocupações e medos representarem angústia e interferirem na vida diária, essas pessoas poderão ter indicação de transtorno de ansiedade.

Há diferentes tipos de transtornos de ansiedade e, hoje em dia, existem muitos tratamentos eficazes e métodos de autoajuda. Depois que a pessoa passa a entender sobre o transtorno de ansiedade, é possível tomar algumas medidas que poderão reduzir os sintomas e fazê-lo recuperar o controle da vida.


Tratamento da ansiedade

A Clínica Maxwell trabalha no tratamento para a ansiedade há mais de 40 anos e entende que são muitos os fatores que podem influenciar para ocasionar este tipo de transtorno.

O foco é ajudar o paciente a enfrentar o transtorno de ansiedade de forma madura e procurar entender a raiz do problema.

Diante desse panorama e com a aceitação do paciente, prosseguimos com a internação para o tratamento do transtorno de ansiedade, seja ele qual for, seguindo os procedimentos:

  • Procuramos esclarecer inicialmente, no que chamamos de Reunião dos Novos, a dinâmica do tratamento e do procedimento psicoterapêutico a que o paciente será submetido.

  • Após esclarecimentos, o paciente será encaminhado a um dos Grupos Operativos e durante o período em que convivermos juntos, propiciaremos um “viver aprendendo”, buscando o amadurecimento emocional através de um conjunto de atividades como forma terapêutica.

Nos preocupamos para que as atividades não se tornem apenas mera ocupação de tempo, mas sim aprendizados em todo o seu sentido.


Transtorno de ansiedade generalizada (TAG)

A principal característica do transtorno de ansiedade generalizada (TAG) é preocupação excessiva. Todo mundo se preocupa em algum grau, em algum momento sobre algo em suas vidas. No entanto, a preocupação vivida por indivíduos com TAG é claramente fora de proporção com a probabilidade ou impacto do acontecimento real.

A preocupação é de longa data. Pessoas com TAG são preocupados crônicos que se sentem ansiosos quase todo o tempo, mesmos sem saber o por quê.

Ao contrário de uma fobia, onde o medo está ligado a uma coisa ou situação específica, o transtorno de ansiedade generalizada é difusa, um sentimento geral de medo ou desconforto por toda a vida. Esta ansiedade é menos intensa do que um ataque de pânico, mas muito mais duradoura, tornando a vida difícil e um relaxamento impossível.

Os aspectos de preocupações podem incluir saúde, finanças, responsabilidades do trabalho, segurança de um filho ou até mesmo preocupação excessiva em atrasar-se para um compromisso. A preocupação de quem possui transtorno de ansiedade generalizada é difícil de controlar e interfere com a tarefa diária. Por exemplo, os alunos podem ter dificuldade para obter seus deveres feitos e pais frequentemente descrevem a dificuldade em deixar o seu filho entrar no ônibus escolar.

Para algumas pessoas essa ansiedade crônica e preocupação são levadas para todas as situações em sua vida.

Especialistas em saúde reconhecem esta condição como transtorno de ansiedade generalizada. Embora a causa exata para TAG seja incerta, especialistas acreditam que é uma combinação de fatores biológicos e eventos de vida.

Não é incomum para algumas pessoas com TAG também ter outros problemas de saúde, como depressão ou transtorno do pânico. Estes podem ser influenciados pela atividade de determinados sistemas de substâncias químicas no cérebro.


Transtorno de ansiedade social

Transtorno de ansiedade social, também conhecido como fobia social, abrange o medo demasiado de certas situações, especialmente as situações nas quais a pessoa não está acostumada a viver no seu dia a dia ou quando sente que vai ser observada e/ou analisada por outras pessoas. Estas situações sociais podem ser tão assustadoras que a pessoa fica ansiosa só de pensar sobre o assunto e não mede esforços pra evitá-la.

Transtorno de ansiedade social ou fobia social profundo é o medo de ser avaliado, julgado e envergonhado em público. A pessoa fica com medo ao imaginar o que os outros irão pensar a respeito dela ou que não estará à altura do público.

Se a pessoa tem fobia social pode estar extremamente ciente e com medo de ser humilhado na frente dos outros. Ela se preocupa imensamente de como deve se comportar diante da situação, como olhar para a plateia ou para o entrevistador e de como será analisado.

E mesmo que provavelmente percebam que o medo de ser julgado seja um pouco irracional e exagerado, ainda assim não deixam de ficar ansiosas.

Embora possa parecer que não há nada que se possa fazer sobre os sintomas do transtorno de ansiedade social ou fobia social, há muitas coisas que podem ajudar quem a possui. Uma dessas coisas começa com a compreensão do problema, e não importa quão ruim possa parecer a pessoa pode aprender a sentir-se confortável nessas situações sociais e recuperar sua vida.


Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT)

Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é um transtorno de ansiedade extrema que pode desenvolver-se após a pessoa passar por um evento traumático que ameaçou a sua segurança a fez sentir-se impotente.

Pode afetar também pessoas que possui uma experiência pessoal com fatalidades, ou aquelas que testemunham essa situação, como os profissionais de emergência e os agentes da lei. Isto pode ocorrer até mesmo com amigos ou familiares daqueles que passaram pelo trauma real.

O TEPT desenvolve-se de forma diferente de pessoa para pessoa. Os sintomas de TEPT aparecem mais comumente nas horas ou dias seguintes ao acontecimento traumático e algumas vezes pode durar semanas, meses, ou mesmo anos até que desapareçam.

Embora pareça que jamais vai superar o que aconteceu, procurar tratamento, buscar apoio e desenvolver novas habilidades poderá ajudar a pessoa a superar o transtorno de estresse pós-traumático e seguir em frente com a sua vida.


Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)

O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é um transtorno de ansiedade caracterizado por pensamentos incontroláveis, indesejáveis e comportamentos repetitivos e ritualizados que a pessoa se sente compelida a executar.

Se a pessoa tem transtorno obsessivo-compulsivo, ela provavelmente reconhece que seus pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos são irracionais, mas mesmo assim, se sente incapaz de resistir e se libertar.

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é caracterizado por pensamentos indesejados ou comportamentos que parecem impossíveis de bloquear ou controlar.

A pessoa que tem TOC pode ser perturbada por preocupações obsessivas e também pode sofrer de compulsões incontroláveis, tais como lavar as mãos repetidas vezes.

É normal, de vez em quando, voltar e verificar se o ferro está desligado ou o se o carro está bloqueado. Mas se a pessoa sofre de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), os pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos tornam-se tão excessivo que interferem na vida diária. Porém existe tratamento disponível.


Com método de tratamento e de autoajuda, a pessoa pode se libertar dos pensamentos indesejados e impulsos irracionais e retomar o controle de sua vida. A Clínica Maxwell possui profissionais altamente qualificados para atender pessoas com transtorno obsessivo compulsivo e uma excelente estrutura para recebê-lo. Fale conosco!

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) faz com que o cérebro fique preso em um determinado pensamento ou desejo. Por exemplo, pode-se verificar o fogão vinte vezes para se certificar de que realmente está desligado, lavar as mãos até que fiquem totalmente esfregadas ou enxaguadas eficazmente, dar voltas por horas, para se certificar de que a batida que ouviu durante a condução, não era uma pessoa que atropelou.